O TIPO DE AMOR QUE NOS TORNA CONHECIDOS
Doze pensamentos que nos impulsionam a amar mais...
1. “Não pode haver no mundo absolutamente nada capaz de competir nos limites de algo que “tudo suporta”. O amor, afinal, é realmente a única coisa capaz de fazer de nós pessoas identificáveis com Cristo”.
2. “Cristianismo sem amor é sistema religioso indigesto e sem graça”.
3. “Se não dermos ao amor o reconhecimento de sua força, não teremos muito que falar de Cristo e nossa fé não passará de um sistema doutrinário que se assemelha a tantos outros elaborados pelos precursores das religiões mundialmente mais conhecidas”.
4. “Ser cristão é agir como João Batista: “Importa que Ele cresça e eu diminua”.
5. “O amor ágape nos capacita a fazer uma leitura da vida com beleza e esperança, anula as picuinhas, ignora as mesquinharias e descortina coisas que estão diante de nós”.
6. “O amor ágape é o amor que nos levará mais ao sacrifício do que ao bem estar; mais a dar do que receber. Não promete vantagens, mas o poder de um espírito rico e de um caráter marcado pelas insígnias do bem”.
7. “O que dizer de um crente, obreiro que no ambiente do culto se sobressai pela eloquência de sua devoção, mas em casa é iracundo; no relacionamento com os outros, mostra-se egoísta, intolerante, agressivo, maledicente; e nos negócios, desonesto. Um crente espiritual jamais procederá assim”.
8.Tudo é valido e bom desde que seja regado pelo amor. Nada tem valor aos olhos
de Deus sem o amor. Nesse sentido, Paulo admite possibilidades incríveis, como doar todos os bens para sustento dos pobres, sem que tal atitude seja impelida pelo amor. Vai mais longe ainda quando conta com a possibilidade de alguém entregar o seu próprio corpo para ser queimado, sem que haja o motivo do amor (1 Co 13.3).
9. Várias formas de divisão podem acontecer numa igreja por falta de amor: a corporativa ou sistemática, que consiste na saída de um grupo descontente, para formar outra igreja (denominação), podendo ser motivada por questões doutrinárias, pessoais ou políticas; e a divisão ideológica, que, embora conserve os crentes dentro do mesmo espaço físico, leva um grupo ou grupos a se isolar da comunhão integral do corpo para nutrir suas afinidades. São as chamadas “panelinhas”. A igreja de Corinto estava assim: “Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo; e, eu de Apolo; e eu de Cefas, e eu de Cristo” (1 Co 1.12,13; 3.3,4). A falta de espiritualidade dos Coríntios impedia-os de entender o propósito da chamada “festa do amor”.
10. “Aquilo que nos une deve ser muito maior do que o que nos separa”.
11. Thomas de Aquino disse: “Devemos amar uns aos outros: aqueles cujas opiniões partilhamos, assim como aqueles cujas opiniões discordamos”.
12. “Nem sempre poderemos evitar que alguém se torne em nosso inimigo, mas poderemos sempre nos guardar de que nos tornemos inimigos de alguém”.
(Pensamentos extraídos do Livro de Walter Brunelli – Conhecidos pelo Amor – CPAD). Shalom. Pr Croce.

